Pessoal, chega de falar de "cupcakes" por enquanto (por acaso eu ouvi um glória a Deus aí? Huhauhau!)
O assunto de hoje, eu diria que é de conteúdo menos doce.
Bom, eu não sei quem anda me acompanhando por aqui (até já falei que ando me sentindo só aqui no blog, uahauha), mas imagino que possa existir uma galerinha de Deus me visitando volta e meia (só vou saber se um dia, você, querido leitor, comentar. Que tal? \o/).
Quero compartilhar com vocês algo que descobri em mim dia desses, e quem sabe, dependendo do quão sincero você for consigo mesmo, pode te abençoar.
Sem mais delongas: descobri que eu era uma idólatra fervorosa! De ter aqueles altarzinhos no quarto e tudo. Aí você pensa "como assim?!!"...
Eu me fiz a mesma pergunta quando assim fui confrontada. "Eeeeu? Idólatra? Mas gente, como isso foi acontecer?".
Sempre ensinei aos meus adolescentes aqui na IBAMAD, que idolatria é tudo aquilo que toma o lugar de Deus na nossa vida, tudo aquilo que nos é de mais valor.
Adoraria ter um dicionário etimológico para descobrir de onde vem a palavra "idolatria". Contudo, não basta muito pra saber para onde ela vai: vai pro coração! E é lá onde contruimos os altares dos nossos objetos de adoração.
Cuiroso (a) pra saber o que eu tanto idolatrava? Ah, que chutar, né?... Vamos lá: namorado? Não. Meu notebook? Não. Navegar na internet? Também não. Meu ego? Estamos chegando lá.
O nome do meu ídolo era
medo. Eu era medólatra. E por mais que eu deteste ter sido paralisada por ele várias vezes, o medo havia se tornado um "deus" na minha vida.
Funcionava assim: quando algum desafio me era posto à frente, eu ia ao altar do medo e consultava às minha limitações, auto-estima e fraquezas se aquilo era mesmo pra mim (por isso mencionei meu ego... Isso é uma forma de "egolatria" também). E aí, quem sabe, se me restasse coragem suficiente, eu iria ao altar do Deus Vivo consulta-Lo sobre a tal decisão. Claro, houve vezes que, por misericóridia do próprio Deus, eu consegui ir destemidamente até o Seu trono, e me lançar naquilo que eu entendia ser Sua vontade.
Então tá. Consegui finalmente perceber que servia a dois senhores. O que fazer agora? A minha decisão foi quebrar "os altares de Baal" na minha vida. Não é fácil, mas estou conseguindo. Como exercício, tenho me arriscado em coisas novas, tenho tentado experimentar coisas novas. E se porventura, em algum momento eu descobrir que peguei uma via não muito favorável, estou nas mãos Daquele que pode me clarear o caminho.
E sabe porque eu nunca havia percebido antes que servia a mais de um senhor (mesmo já tendo ensinado sobre o assunto)?
Porque quando a gente cria um ídolo, nos tornamos semelhantes a ele: não enxergamos, embora tenhamos olhos, não falamos, embora tenhamos boca... (Salmos 115:8) E por aí vai.
É galera... Temos que vijiar, né?...